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Encontrado Pokemon no fundo do mar!

abril 6th, 2009

Uma notícia muito interessante do site da BBC do Brasil, com a matéria: Fotos mostram criaturas bizarras do fundo do mar.

A jornalista e cineasta Claire Nouvian lançou recentemente o livro The Deep, um livro de mais de 200 fotografias impressionantes do fundo do mar e textos de diversos especialistas. As fotos foram batidas no oceano em profundidades de até 7 Km (lembrando que o ponto mais profundo do oceano tem pouco mais de 11 Km e fica na Fossa das Marianas) e impressionam não só quem gosta de biologia marinha.

Algumas das imagens do livro:

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Afinal, isso parece ou não um Pokemon?

Os oceanos ocupam uma área de aproximadamente 70% da superfície da Terra, parece bastante mas como a diversidade de vida na água não se restringe àquela que fica na superfície o número aumenta um pouquinho, ficamos então com 99% do volume do planeta onde a vida pode se desenvolver estando restrito aos oceanos (guardadas as devidas simplificações). E somente 5% do leito do oceano foi mapeado com algum detalhe, enquanto isso a superfície da Lua é conhecida com um grande detalhamento… alguém afim de fazer um post sobre onde é aplicado o orçamento militar/bélico norte-americano?

E além disso eu pergunto… o que aconteceu com os seres abissais com cara de monstro e cheios de dentes que a gente via nos livros de biologia no colégio? Estão ficando mais fofinhos?? Deve ser tudo culpa do aquecimento global!

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Isso sim são seres abissais!

Cientistas criam adesivos com “partes” de lagartixas e mexilhões

dezembro 8th, 2008

Tecnologia combina réplicas sintéticas de estruturas e moléculas das duas espécies

lagartixa_mexilhao Escalar tetos e paredes, aparentemente, não era suficiente. Além disso, os cientistas queriam algo que grudasse e desgrudasse, inclusive debaixo d’água. A solução foi cruzar a pata da lagartixa com a cola do mexilhão.

Assim nasceu o “lagartilhão”, um animal hipotético cujas características os pesquisadores acabam de reproduzir sinteticamente: um adesivo nanoscópico capaz de aderir a qualquer substrato, inclusive debaixo d’água.

A invenção, produzida por pesquisadores nos Estados Unidos, está descrita na edição de hoje da revista Nature. Nela, os cientistas conseguiram superar duas limitações das réplicas de patas de lagartixas (ou “gecos”) produzidas até agora: a perda de aderência e a incapacidade de aderir a superfícies submersas.

As lagartixas de verdade, é claro, não têm esse problema. São capazes de aderir a praticamente qualquer superfície (vertical ou horizontal) quantas vezes quiserem, sem prazo de validade. Isso graças a micropêlos presentes em suas patas, que formam interações físico-químicas com o substrato no qual caminham.

Faz tempo que cientistas tentam reproduzir essas estruturas em laboratório, combinando aplicações de nanotecnologia e física de materiais. Alguns até conseguiram, mas com certas limitações. Os adesivos com nanopêlos sintéticos produzidos até agora perdem a aderência após algumas repetições de uso – como uma fita adesiva que perde sua cola quando é usada mais de uma vez.

Já o novo adesivo demonstra desgaste muito menor, podendo ser colado e descolado mais de mil vezes – inclusive debaixo d’água. O ingrediente secreto é uma camada de polímeros aderentes copiados da cola do mexilhão e aplicados sobre os pêlos sintéticos.

“Até onde sabemos, nenhum outro adesivo mimético de lagartixa demonstrou eficácia por mais de alguns ciclos de contato, e nenhum demonstrou funcionar debaixo d’água”, escrevem os cientistas, no trabalho liderado por Phillip Messersmith, da Universidade Northwestern.

A tecnologia ainda está longe das dimensões necessárias para uso comercial, mas poderá um dia ser usada em aplicações médicas, industriais e militares, segundo os cientistas.

Herton Escobar

Quinta-feira , 19 de Julho de 2007

O Estado de São Paulo

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