<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Bio Digital</title>
	<atom:link href="http://www.labec.com.br/biodigital/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.labec.com.br/biodigital</link>
	<description>Atlas Digital da Biodiversidade Faunística dos Ecossistemas Aquáticos de Sergipe</description>
	<lastBuildDate>Mon, 14 May 2012 15:12:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Gigante presa ao fundo do mar</title>
		<link>http://www.labec.com.br/biodigital/gigante-presa-ao-fundo-do-mar/</link>
		<comments>http://www.labec.com.br/biodigital/gigante-presa-ao-fundo-do-mar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 14:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>crislaine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.labec.com.br/biodigital/?p=2125</guid>
		<description><![CDATA[Condylactis gigantea (Weiland 1860), mais conhecida como Anêmona Gigante, pertence à família Actiniidae e estão entre as maiores espécies de anêmonas encontradas no Brasil podendo atingir cerca de 25 cm de diâmetro. São encontradas desde os estados do Maranhão, Bahia, Espirito Santo e Rio de Janeiro. Não temos registros desta espécie aqui em Sergipe. 1 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif; font-size: small;"><em>Condylactis gigantea</em> (Weiland 1860), mais conhecida como Anêmona Gigante, pertence à família Actiniidae e estão entre as maiores espécies de anêmonas encontradas no Brasil podendo atingir cerca de 25 cm de diâmetro. São encontradas desde os estados do Maranhão, Bahia, Espirito Santo e Rio de Janeiro. Não temos registros desta espécie aqui em Sergipe. 1</span></p>
<p><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2012/04/gig1.png"><img class="wp-image-2126 aligncenter" title="Gigante" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2012/04/gig1.png" alt="" width="229" height="220" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small; color: #888888;">http://www.acuarios-marinos.com/forums/showthread.php?17958-pez-payaso-y-pez-payaso-falso</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808000;"><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/fauna/cnidaria/anthozoa/gigante-presa-ao-fundo-do-mar/"><span style="color: #808000;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;">Saiba mais sobre está gigant</span><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;">e</span></span></a>.</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.labec.com.br/biodigital/gigante-presa-ao-fundo-do-mar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Maria-farinha na praia.</title>
		<link>http://www.labec.com.br/biodigital/maria-farinha-na-praia-2/</link>
		<comments>http://www.labec.com.br/biodigital/maria-farinha-na-praia-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Apr 2012 16:33:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elielma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.labec.com.br/biodigital/?p=2111</guid>
		<description><![CDATA[Ocypode quadrata (Fabricius, 1787), mais conhecido como Maria-farinha, espécie de caranguejo pertence à família Ocypodidea é assim conhecido porque a tonalidade do seu corpo é da cor da areia (camuflagem), dificultando a visualização da espécie. Para sua proteção são feitas tocas que consistem em buracos na areia que chegam até um metro e meio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><em>Ocypode quadrata</em> (Fabricius, 1787), mais conhecido como Maria-farinha, espécie de caranguejo pertence à família Ocypodidea é assim conhecido porque a tonalidade do seu corpo é da cor da areia (camuflagem), dificultando a visualização da espécie. Para sua proteção são feitas tocas que consistem em buracos na areia que chegam até um metro e meio de profundidade, fora do buraco, sua única proteção é a cor esbranquiçada que o deixa quase invisível.</span></p>
<p><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2012/04/maria1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2114" title="Maria-farinha na toca ativa." src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2012/04/maria1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Maria-farinha na toca ativa.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/fauna/arthropoda/classificacao/crustacea/decapoda/maria-farinha-na-praia/">Mais informações sobre a Maria-farinha.</a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.labec.com.br/biodigital/maria-farinha-na-praia-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caravelas Portuguesas invadem nosso litoral</title>
		<link>http://www.labec.com.br/biodigital/caravelas-portuguesas-invadem-nosso-litoral/</link>
		<comments>http://www.labec.com.br/biodigital/caravelas-portuguesas-invadem-nosso-litoral/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 01:25:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>crislaine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.labec.com.br/biodigital/?p=2090</guid>
		<description><![CDATA[As caravelas pertencem ao grupo zoológico dos Cnidária que vem da palavra grega (knide = urtiga) ₁.Vivem geralmente afastadas da costa mas podem aproximar-se das praias e baías normalmente empurradas pelos ventos ou pelas ondas de tempestades. Physalia physalis (Linnaeus, 1758), a caravela portuguesa, é o maior e mais perigoso hidrozoário da costa brasileira, encontrado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif; font-size: small;">As caravelas pertencem ao grupo zoológico dos Cnidária que vem da palavra grega (knide = urtiga) ₁.Vivem geralmente afastadas da costa mas podem aproximar-se das praias e baías normalmente empurradas pelos ventos ou pelas ondas de tempestades.<em> Physalia physalis</em> (Linnaeus, 1758), a caravela portuguesa, é o maior e mais perigoso hidrozoário da costa brasileira, encontrado abundantemente na região Nordeste₂.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2012/03/cri2-300x224.png"><img class="size-full wp-image-2091 aligncenter" title="Caravela" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2012/03/cri2-300x224.png" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #888888; font-family: comic sans ms,sans-serif; font-size: x-small;">http://blog.clubedasombra.com.br/2009/05/14/caravela/</span></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/fauna/cnidaria/hydrozoa/caravelas-portuguesas-invadem-nosso-litoral"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif; font-size: small; color: #808000;">Ver post completo.</span></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.labec.com.br/biodigital/caravelas-portuguesas-invadem-nosso-litoral/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma bolacha não comestível: as bolachas-da-praia.</title>
		<link>http://www.labec.com.br/biodigital/uma-bolacha-nao-comestivel-as-bolachas-da-praia/</link>
		<comments>http://www.labec.com.br/biodigital/uma-bolacha-nao-comestivel-as-bolachas-da-praia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 20:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elielma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.labec.com.br/biodigital/?p=2081</guid>
		<description><![CDATA[Mellita quinquiespeforata (Leske, 1778), também conhecida como Bolacha-da-praia. Tem esse nome por sua forma arredondada e achatada. É comum no litoral brasileiro, e frequentemente são jogadas na areia da praia durante marés muito altas ou fortes ressacas. Você pode encontrá-la ao entrar no mar. Alguma vez você já sentiu uma espécie de “formigamento” no pé, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Mellita quinquiespeforata</em> (Leske, 1778), também conhecida como Bolacha-da-praia. Tem esse nome por sua forma arredondada e achatada. É comum no litoral brasileiro, e frequentemente são jogadas na areia da praia durante marés muito altas ou fortes ressacas.<br />
 Você pode encontrá-la ao entrar no mar. Alguma vez você já sentiu uma espécie de “formigamento” no pé, ao pisar na areia da parte rasa da praia? Ou melhor, já teve a oportunidade de ver este curioso animal?</p>
<p><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2012/03/CRIS2.png"><img class="size-medium wp-image-2082 alignright" title="Vista aboral" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2012/03/CRIS2-300x275.png" alt="" width="300" height="275" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/fauna/echinodermata/uma-bolacha-nao-comestivel-as-bolachas-da-praia-2/">Mais informações sobre a bolacha-da-praia</a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.labec.com.br/biodigital/uma-bolacha-nao-comestivel-as-bolachas-da-praia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Peixe Médico</title>
		<link>http://www.labec.com.br/biodigital/peixe-medico/</link>
		<comments>http://www.labec.com.br/biodigital/peixe-medico/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 17:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.labec.com.br/biodigital/?p=1768</guid>
		<description><![CDATA[Garra rufa. Fonte: http://www.aqualog.de/news/news_pdfen/news86gb.pdf   Garra rufa (Heckel, 1843), também conhecido como Doctor Fish (Peixe Médico), Peixe Mordedor, Pequeno Dermatologista, ou Peixe do Kangal, faz parte da grande família Cyprinidae, que contém importantes peixes distribuídos mundialmente. Essa espécie foi relatada no Irã, Iraque, Jordânia, Turquia e Síria e tem como seu habitat natural os rios, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/garra-rufa-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-1769 aligncenter" title="garra rufa 3" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/garra-rufa-3-300x166.jpg" alt="garra rufa 3" width="300" height="166" /></a></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"><em>Garra rufa</em>. Fonte: </span></span><a href="http://www.aqualog.de/news/news_pdfen/news86gb.pdf"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://www.aqualog.de/news/news_pdfen/news86gb.pdf</span></span></a></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Garra rufa</em> (Heckel, 1843), também conhecido como Doctor Fish (Peixe Médico), Peixe Mordedor, Pequeno Dermatologista, ou Peixe do Kangal, faz parte da grande família Cyprinidae, que contém importantes peixes distribuídos mundialmente.</span></span></div>
<p><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Essa espécie foi relatada no Irã, Iraque, Jordânia, Turquia e Síria e tem como seu habitat natural os rios, lagos, lagoas e pequenos riachos enlameados da região, onde se esconde entre a vegetação e as pedras.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><br />
 <a href="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/mapa-garra-rufa-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1770 aligncenter" title="mapa garra rufa 2" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/mapa-garra-rufa-2-300x136.jpg" alt="mapa garra rufa 2" width="300" height="136" /></a><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"><br />
 Mapa da distribuição geográfica da espécie <em>Garra rufa</em>. <br />
 Fonte: </span></span><a href="http://www.discoverlife.org/mp/20m?kind=Garra+rufa&amp;btxt=FishBase&amp;burl"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://www.discoverlife.org/mp/20m?kind=Garra+rufa&amp;btxt=FishBase&amp;burl</span></span></a></span></span></p>
<div><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"> </span></span></div>
<p><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mas, recentemente, esse peixinho vem “ganhando o mundo”, sendo comercializado para vários outros países. O motivo para tal evento deve-se a um comportamento incomum que ele apresenta: Alimenta-se de pele morta!!</span></span></p>
<p><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Isso mesmo!! Apesar de sua dieta natural ser composta basicamente de organismos incrustantes, também é capaz de se alimentar do tecido morto, sobretudo quando sua fonte de alimentação torna-se escassa e irregular, deixando-os famintos. Este fenômeno é exibido principalmente nos mais jovens, devido à necessidade de uma alimentação mais nutritiva que essas formas juvenis exigem.</span></span><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><br class="spacer_" /><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/juvenil-mordendo-a-pele.jpg"><img class="size-medium wp-image-1771   aligncenter" title="juvenil mordendo a pele" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/juvenil-mordendo-a-pele-300x216.jpg" alt="juvenil mordendo a pele" width="300" height="216" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"><em>Garra rufa</em> juvenil alimentando-se do tecido morto. <br />
 Fonte: </span></span><a href="http://www.aqualog.de/news/news_pdfen/news86gb.pdf"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://www.aqualog.de/news/news_pdfen/news86gb.pdf</span></span></a></p>
<p><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><br />
 Mas, o que há de tão especial nesse estranho hábito??</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Como o <em>G. rufa</em> é capaz de remover a pele morta, ele limpa áreas inflamadas e permite que novos tecidos cresçam. Assim, vem sendo utilizado como um novo caminho no tratamento de algumas doenças, em especial problemas de pele como psoríase, eczema, dermatites e acne.</span></span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">O tratamento consiste na imersão por várias horas em banhos termais abastecidos com centenas ou milhares de espécimes de <em>Garra rufa</em>. Nas águas termais, a temperatura é superior a 30ºC – bem tolerada pelo <em>Garra rufa</em>, mas não por suas presas – o que resulta numa quantidade inadequada de alimento para esses peixes e, conseqüentemente, propicia a busca por comida, que é facilmente encontrada na pele dos visitantes.</span></span></div>
<div><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A popularidade desse tratamento vem crescendo muito, especialmente na última década, com o surgimento dos spas especializados. Eles originaram-se inicialmente na Turquia e depois espalharam-se para diversos países (Japão, Croácia, Eslováquia, China, Coréia do Sul, Singapura, Malásia, Bélgica, Holanda, Irlanda e E.U.A.), chegando a influenciar no turismo dessas regiões.</span></span></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/paciente-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1772 aligncenter" title="paciente 1" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/paciente-1-300x200.jpg" alt="paciente 1" width="300" height="200" /></a><br />
 <span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">Paciente fazendo a terapia com<em> Garra rufa</em>. <br />
 Fonte: </span></span><a href="http://ecam.oxfordjournals.org/cgi/content/abstract/3/4/483"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://ecam.oxfordjournals.org/cgi/content/abstract/3/4/483</span></span></a><br />
 </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"> <br />
 </span></span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Apesar do Peixe Médico não ser a cura definitiva para as doenças, ele contribui para a redução dos sintomas e os doentes acabam repetindo periodicamente o tratamento. Além disso, muitas pessoas afirmam terem sido curadas após seções dessa terapia.</span></span></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><br class="spacer_" /></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/pacientes-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1773 aligncenter" title="pacientes 2" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/pacientes-2-300x255.jpg" alt="pacientes 2" width="300" height="255" /></a></span></span> <br />
 <span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">Pacientes, antes e após, três semanas de tratamento combinado de ictioterapia (<em>Garra rufa</em>) e radiação UV. <br />
 Fonte: </span></span><a href="http://ecam.oxfordjournals.org/cgi/content/abstract/3/4/483"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://ecam.oxfordjournals.org/cgi/content/abstract/3/4/483</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="color: #000000;"><br />
 Além do <em>Garra rufa</em>, duas outras espécies também são usadas em tratamentos médicos: a <em>Cyprinion macrostomum</em> (conhecido comumente como falso <em>Garra rufa</em>) e <em>Oreochromis niloticus</em>. Mas não são consideradas tão eficazes como a <em>Garra rufa</em> e podem causar dor e, até mesmo, sangramentos com seus dentes afiados.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="color: #000000;">O Peixe Médico adapta-se bem a variados ambientes, podendo ser criado inclusive em aquários particulares, o que torna o fato preocupante se houver captura excessiva para a exportação. Foi pensando nesse problema que, na Turquia, a sua exploração comercial tornou-se protegida por lei.<br />
 Deve-se lembrar também que o comportamento de um peixe criado em um aquário é bem diferente do que ele apresenta na natureza, incluindo o hábito de limpeza da pele, principalmente porque no aquário a comida é fornecida em maior abundância.</span></span></span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong> </strong></span></span></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Curiosidade:<br />
 </strong>Os Peixes Médicos também estão sendo utilizados na Ásia e em algumas cidades dos Estados Unidos com outra finalidade: a limpeza dos pés (peixes pedicures). <br />
 Segundo os praticantes, a técnica é mais higiênica do que tesouras e alicates.<br />
 Mas, como desinfectar os peixes de uma pessoa para outra?? Será que é realmente higiênico esse hábito??</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/spa_drfish2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1774   aligncenter" title="spa_drfish2" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/spa_drfish2-300x174.jpg" alt="spa_drfish2" width="300" height="174" /></a><br />
 <span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;">Peixe Pedicure. Fonte: dodozi.wordpress.com</span> </span></span></p>
<div><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"> </span></span></div>
<div><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"> </span></span></div>
<p><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong><br />
 Mais informações disponíveis nos seguintes sites:<br />
 </strong></span></span><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"><br />
 <a href="http://www.kasparek-verlag.de/PDF%20Abstracts/PDF30%20Abstracts/049-054%20HamidanMir.pdf"><span style="color: #888888;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://www.kasparek-verlag.de/PDF%20Abstracts/PDF30%20Abstracts/049-054%20HamidanMir.pdf</span></span></span></span></span></a></span></span><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"><br />
 <a href="http://www.sciencedirect.com/science?_ob=ArticleURL&amp;_udi=B6V9R-4M3J0H2-2&amp;_user=10&amp;_coverDate=04%2F30%2F2007&amp;_rdoc=1&amp;_fmt=high&amp;_orig=search&amp;_sort=d&amp;_docanchor=&amp;view=c&amp;_searchStrId=1319687583&amp;_rerunOrigin=scholar.google&amp;_acct=C000050221&amp;_version=1&amp;_urlVersion=0&amp;_userid=10&amp;md5=5fefcbe5dd56fcaad357f7851fb2f4a2"><span style="color: #888888;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://www.sciencedirect.com/science?_ob=ArticleURL&amp;_udi=B6V9R-4M3J0H2-2&amp;_user=10&amp;_coverDate=04%2F30%2F2007&amp;_rdoc=1&amp;_fmt=high&amp;_orig=search&amp;_sort=d&amp;_docanchor=&amp;view=c&amp;_searchStrId=1319687583&amp;_rerunOrigin=scholar.google&amp;_acct=C000050221&amp;_version=1&amp;_urlVersion=0&amp;_userid=10&amp;md5=5fefcbe5dd56fcaad357f7851fb2f4a2</span></span></span></span></span></a></span></span><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"><br />
 <a href="http://www.epress.com/w3jbio/vol5/bardakci/paper.htm"><span style="color: #888888;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://www.epress.com/w3jbio/vol5/bardakci/paper.htm</span></span></span></span></span></a><span style="color: #888888;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"> <br />
 </span></span></span></span></span></span></span><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"><a href="http://md1.csa.com/partners/viewrecord.php?requester=gs&amp;collection=ENV&amp;recid=2333860&amp;q=%22doctor+fish%22+garra+rufa&amp;uid=789399353&amp;setcookie=yes"><span style="color: #888888;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://md1.csa.com/partners/viewrecord.php?requester=gs&amp;collection=ENV&amp;recid=2333860&amp;q=%22doctor+fish%22+garra+rufa&amp;uid=789399353&amp;setcookie=yes</span></span></span></span></span></a><span style="color: #888888;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"> <br />
 </span></span></span></span></span></span></span><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"><a href="http://ecam.oxfordjournals.org/cgi/content/abstract/3/4/483"><span style="color: #888888;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://ecam.oxfordjournals.org/cgi/content/abstract/3/4/483</span></span></span></span></span></a></span></span><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"><br />
 <a href="http://www.fishbase.org/Summary/SpeciesSummary.php?id=26483"><span style="color: #888888;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://www.fishbase.org/Summary/SpeciesSummary.php?id=26483</span></span></span></span></span></a><span style="color: #888888;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"> <br />
 </span></span></span></span></span></span></span><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"><a href="http://www.discoverlife.org/mp/20m?kind=Garra+rufa&amp;btxt=FishBase&amp;burl"><span style="color: #888888;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://www.discoverlife.org/mp/20m?kind=Garra+rufa&amp;btxt=FishBase&amp;burl</span></span></span></span></span></a></span></span><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"><br />
 <a href="http://www.aqualog.de/news/news_pdfen/news86gb.pdf"><span style="color: #888888;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://www.aqualog.de/news/news_pdfen/news86gb.pdf</span></span></span></span></span></a></span></span><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;"><br />
 <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Peixe-m%C3%A9dico"><span style="color: #888888;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://pt.wikipedia.org/wiki/Peixe-m%C3%A9dico</span></span></span></span></span></a><br />
 <a href="http://journals.tubitak.gov.tr/veterinary/issues/vet-04-28-3/vet-28-3-6-0209-8.pdf"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #888888;">http://journals.tubitak.gov.tr/veterinary/issues/vet-04-28-3/vet-28-3-6-0209-8.pdf</span></span></span></a></span></span> </span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.labec.com.br/biodigital/peixe-medico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>ANIMAL FOTOSSINTETIZANTE ?!?!</title>
		<link>http://www.labec.com.br/biodigital/animal-fotossintetizante/</link>
		<comments>http://www.labec.com.br/biodigital/animal-fotossintetizante/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 12:25:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.labec.com.br/biodigital/?p=1624</guid>
		<description><![CDATA[Foto de Elysia chlorotica obtida em http://www.pnas.org/content/105/46.cover-expansion   A lesma do mar, Elysia chlorotica (GOULD), é um curioso molusco que habita as águas da costa leste dos EUA e do Canadá. Esse animal compensa a ausência de um escudo protetor externo (uma concha), com um mecanismo diferente de camuflagem, que lhe confere uma coloração verde-esmeralda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><img class="size-medium wp-image-1625  aligncenter" title="F1_medium" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/F1_medium-286x300.gif" alt="F1_medium" width="200" height="200" /></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #999999;">Foto de <em>Elysia chlorotica</em> obtida em </span></span><a href="http://www.pnas.org/content/105/46.cover-expansion"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #999999;">http://www.pnas.org/content/105/46.cover-expansion</span></span></a></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A lesma do mar, <em>Elysia chlorotica</em> (GOULD), é um curioso molusco que habita as águas da costa leste dos EUA e do Canadá. Esse animal compensa a ausência de um escudo protetor externo (uma concha), com um mecanismo diferente de camuflagem, que lhe confere uma coloração verde-esmeralda e o faz ser confundido com folhas. Porém, essa estratégia de disfarce contra predadores é adquirida de uma forma ímpar: através da realização de fotossíntese! </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">FOTOSSÍNTESE EM ANIMAIS ???</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Pois é, a lesma do mar não só é capaz de se misturar com as algas verdes, como também de captar energia solar para o processo autótrofo.<br />
 Com essa peculiaridade a <em>E. chlorotica</em> inovou, desafiando os paradigmas que distinguem os organismos animais e vegetais e deixando os cientistas cheios de interrogações:<br />
 - O que levaria um animal a realizar a fotossíntese?<br />
 &#8211; Eles se utilizam de comportamento heterotrófico simultaneamente?<br />
 &#8211; Todos os indivíduos desta espécie são capazes de realizar a fotossíntese? <br />
 &#8211; Seria essa uma estratégia das algas para não serem predadas? <br />
 &#8211; Outros animais poderiam passar pelo mesmo processo evolutivo?</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><br />
 Bom, alguns desses questionamentos vêm sendo estudados e decifrados, enquanto outros permanecem inquietando o pensamento dos especialistas.<br />
 Sabe-se que a habilidade de realizar fotossíntese da lesma do mar decorre do consumo de sua principal fonte de alimentação, as algas <em>Vaucheria litorea</em> (C. AGARDH). Esse animal, a <em>E. chlorotica</em>, consegue quebrar as células da alga em níveis tão baixos que “rouba” os cloroplastos (cleptoplastia) e os mantêm intracelularmente no epitélio digestivo. Assim, observa-se que o molusco não herda os cloroplastos (processo denominado em genética de transferência vertical), mas, ao contrário, cada nova geração tem que obtê-los através das algas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><img class="size-medium wp-image-1626  aligncenter" title="pp1231cvr001" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/pp1231cvr001-224x300.gif" alt="pp1231cvr001" width="200" height="230" /></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #999999;">Foto de Elysia chlorotica obtida em </span></span><a href="http://www.plantphysiol.org/content/vol123/issue1/cover.dtl"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="color: #999999;">http://www.plantphysiol.org/content/vol123/issue1/cover.dtl</span></span></span></a></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">O incrível é que os cloroplastos conseguem permanecer funcionais dentro da lesma do mar, participando de um processo denominado endossimbiose, por um período de até 9 meses.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Surgem, então, outras dúvidas:<br />
 &#8211; Os cloroplastos teriam um grau de autonomia genética e bioquímica tão elevado que conseguiriam realizar sozinhos a fotossíntese ?<br />
 &#8211; Ou seriam as células hospedeiras as responsáveis pelo fornecimento de proteínas essenciais para o funcionamento desses plastídios ?</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Aprofundando-se no assunto, um estudo recente “Horizontal gene transfer of the algal nuclear gene psbO to the photosynthetic sea slug <em>Elysia chlorotica</em>” foi publicado em novembro de 2008 na revista PNAS (vol. 105 nº 46), revelando, através de experimentos na região genômica dos plastídios (ptDNA) da alga <em>V. litorea</em>, que falta aos mesmos o complemento total de genes para a realização da fotossíntese, sendo então necessário que a lesma do mar fornecesse as proteínas para o processo fotossintético.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mas, como um animal possuiria um gene, típico de organismos autotróficos, relacionado à fotossíntese e responsável pela codificação de proteínas que seriam redirecionadas aos plastídios?</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A explicação é que um gene, o psbO, teria sido transferido no passado, por um processo denominado transferência horizontal de genes (HGT), das algas <em>V. litorea</em> para as lesmas do mar <em>E. chlorotica</em> e continuou inserido na linhagem germinativa, mesmo sem a transmissão vertical dos plastídios.<br />
 O psbO está presente em organismos autotróficos e é responsável pela codificação da proteína MSP, que tem um papal fundamental processo fotossintético. Agora, esse gene, também localizado no DNA nuclear das <em>Elysia chlorotica</em>, dá suporte a teoria da Transferência Horizontal de Genes (HGT).<br />
 A troca de material genético entre dois eucariontes é pouco documentada até a data, sendo a lesma <em>Elysia chlorotica</em> um modelo do potencial da Transferência Horizontal de Genes (HGT) entre dois organismos multicelulares.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">O que podemos extrair desses fatos é que o conhecimento não é estável e novos eventos estão sempre surgindo para quebrar com os conceitos e as idéias estabelecidas. Todos os dias a natureza nos surpreende e nos mostra a grande diversidade e beleza que existe, nos desafiando a buscar respostas para entendermos melhor o mundo no qual vivemos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800080;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Texto: Mariana Resende de Oliveira </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong><span style="color: #808000;">VOCÊ QUER CONHECER MAIS?? PROCURE NOS SITES ABAIXO:</span></strong><br />
 </span></span><a href="http://cfcul.fc.ul.pt/pdfs%20e%20powerpoints/estara%20darwin%20ultrapassado.pdf"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #999999;">http://cfcul.fc.ul.pt/pdfs%20e%20powerpoints/estara%20darwin%20ultrapassado.pdf</span></span></span></a><br />
 <a href="http://divulgarciencia.com/categoria/elysia-chlorotica/"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #999999;">http://divulgarciencia.com/categoria/elysia-chlorotica/</span></span></span></a><br />
 <a href="http://jeb.biologists.org/cgi/reprint/199/10/2323.pdf"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #999999;">http://jeb.biologists.org/cgi/reprint/199/10/2323.pdf</span></span></span></a><br />
 <a href="http://noaereo.wordpress.com/2010/03/05/evolucao-fotossintese-simbiotica/"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #999999;">http://noaereo.wordpress.com/2010/03/05/evolucao-fotossintese-simbiotica/</span></span></span></a><br />
 <a href="http://www.physorg.com/pdf182501672.pdf"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #999999;">www.physorg.com/pdf182501672.pdf</span></span></span></a><br />
 <a href="http://raphaelnishida.tumblr.com/post/360760214/elysia-chlorotica-a-lesma-do-mar-fotossintetizante"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #999999;">http://raphaelnishida.tumblr.com/post/360760214/elysia-chlorotica-a-lesma-do-mar-fotossintetizante</span></span></span></a><br />
 <a href="http://www.netxplica.com/fichas/bio11/Elysia_chlorotica.pdf"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #999999;">http://www.netxplica.com/fichas/bio11/Elysia_chlorotica.pdf</span></span></span></a><br />
 <a href="http://www.plantphysiol.org/cgi/content/full/123/1/29"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #999999;">http://www.plantphysiol.org/cgi/content/full/123/1/29</span></span></span></a><br />
 <a href="http://www.pnas.org/content/93/22/12333.abstract?ijkey=3d05eb2e9f1321dbb5c265d6c6254ff69b9dab20&amp;keytype2=tf_ipsecsha"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #999999;">http://www.pnas.org/content/93/22/12333.abstract?ijkey=3d05eb2e9f1321dbb5c265d6c6254ff69b9dab20&amp;keytype2=tf_ipsecsha</span></span></span></a><br />
 <a href="http://www.pnas.org/content/105/46/17867.full.pdf+html"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #999999;">http://www.pnas.org/content/105/46/17867.full.pdf+html</span></span></span></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.labec.com.br/biodigital/animal-fotossintetizante/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Água de lastro</title>
		<link>http://www.labec.com.br/biodigital/agua-de-lastro/</link>
		<comments>http://www.labec.com.br/biodigital/agua-de-lastro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 20:49:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.labec.com.br/biodigital/?p=894</guid>
		<description><![CDATA[Água de Lastro   www.meioambienteurgente.blogger.com.br   A água de lastro é a água armazenada em tanques nos porões dos navios para dar peso e estabilidade, mantendo a segurança e eficiência operacional, especialmente quando o navio não está carregado. Ela é transportada de uma localidade para outra, levando junto espécies exóticas que podem causar danos aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: center; FONT-FAMILY: "><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #808000;"><strong>Água de Lastro</strong></span></span></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: center; FONT-FAMILY: "><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"> <a href="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2009/06/agua_de_lastro.jpg"><img class="size-medium wp-image-895  aligncenter" title="agua_de_lastro" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2009/06/agua_de_lastro-300x256.jpg" alt="agua_de_lastro" width="300" height="256" /></a></span></span></span><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"></span></span></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: center; FONT-FAMILY: "><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #99cc00;"><a href="http://www.meioambienteurgente.blogger.com.br">www.meioambienteurgente.blogger.com.br</a></span></span></span></span></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify; FONT-FAMILY: "> </p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify; FONT-FAMILY: "><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;">A água de lastro é a água armazenada em tanques nos porões dos navios para dar peso e estabilidade, mantendo a segurança e eficiência operacional, especialmente quando o navio não está carregado. Ela é transportada de uma localidade para outra, levando junto espécies exóticas que podem causar danos aos ecossistemas marinhos, à saúde humana, à biodiversidade e às atividades pesqueiras.<br />
Grande parte das espécies marinhas possui um ciclo de vida que inclui estágios planctônicos e, além desses organismos, bactérias, espécies totalmente planctônicas e pequenos invertebrados são carregados com a água do local onde os navios enchem os tanques para outros portos, quando os tanques são esvaziados.</span></span></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify; FONT-FAMILY: "> </p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2009/06/lastro5.jpg"><img class="size-medium wp-image-896  aligncenter" title="lastro5" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2009/06/lastro5-300x101.jpg" alt="lastro5" width="300" height="101" /></a></span></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #99cc00;"><a href="http://www.portodesantos.com.br">www.portodesantos.com.br</a></span></span><br />
</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;">O ambiente dentro dos tanques de lastro pode ser inóspito aos organismos e mesmo aqueles que conseguem sobreviver e são descarregados, possuem chances reduzidas de sobrevivência nas novas condições ambientais. <br />
Porém, algumas espécies conseguem se estabelecer no ambiente invadido e tornam-se capazes de ocupar o espaço de organismos residentes. São mais suscetíveis a esse processo, portos situados em áreas protegidas, como baías e estuários, além de portos de carga ou descarga ecologicamente semelhantes. <br />
As espécies exóticas que se fixam em novos ambientes, geralmente, ficam livres dos predadores naturais, podendo alterar o equilíbrio ecológico local, e causar impactos negativos na pesca, na aquicultura e em outras atividades econômicas. <br />
A International Maritime Organization da ONU estima que em 1939, 497 espécies exóticas haviam sido introduzidas em ecossistemas de todo o mundo. Entre 1980 e 1998, esse número subiu para 2.214 espécies.<br />
Para controlar os problemas causados pela água de lastro, diversos métodos vêm sendo testados como alternativa: Troca de lastro em alto mar (Considerado o método mais efetivo na prevenção de introduções biológicas), Método Seqüencial (Trata-se de operações em seqüência do deslastreamento total do tanque e subseqüente lastreamento), Método de Transbordamento (ocorre através do bombeamento da água durante certo tempo e fazendo transbordar o excesso pela parte superior do navio), Método do Fluxo Contínuo (troca do lastro sem esvaziar os tanques, enchendo-os ao mesmo tempo com água limpa numa quantidade três vezes maior ao volume do tanque), Método Brasileiro de Diluição (carregamento da água de lastro a partir do topo do tanque e, simultaneamente, a descarga dessa água no fundo do tanque). </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #999999;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Referências Bibliográficas:</strong><br />
</span></span></span></span><a style="FONT-FAMILY: " href="http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./agua/salgada/index.html&amp;conteudo=./agua/salgada/artigos/aguadelastro.html"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #999999;"><span style="font-size: x-small;">http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./agua/salgada/index.html&amp;conteudo=./agua/salgada/artigos/aguadelastro.html</span></span></span></span></a><br />
<a style="FONT-FAMILY: " href="http://www.portodesantos.com.br/qualidade/lastro.html"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #999999;"><span style="font-size: x-small;">http://www.portodesantos.com.br/qualidade/lastro.html</span></span></span></span></a><br />
<a style="FONT-FAMILY: " href="http://www.anvisa.gov.br/DIVULGA/public/paf/agua_lastro3.pdf"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #999999;"><span style="font-size: x-small;">http://www.anvisa.gov.br/DIVULGA/public/paf/agua_lastro3.pdf</span></span></span></span></a><br />
<a href="http://zoo.bio.ufpr.br/invasores/outros.htm"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="color: #999999;">http://zoo.bio.ufpr.br/invasores/outros.htm</span></span></span></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.labec.com.br/biodigital/agua-de-lastro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Praia Limpa no Verão</title>
		<link>http://www.labec.com.br/biodigital/praia-limpa-no-verao/</link>
		<comments>http://www.labec.com.br/biodigital/praia-limpa-no-verao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 21:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.labec.com.br/biodigital/?p=644</guid>
		<description><![CDATA[A Revista Seleções traz a cada edição uma seção chamada &#8220;Meu Planeta&#8221;, escrita por Mariusa Colombo, bióloga, especialista em Saneamento Ambiental e mestre em Desenvolvimento Sustentável e Gestão de Sistemas Agroambientais da Universidade de Bolonha, Itália. É uma seção muito interessante, sempre com temas atuais que alertam para os problemas ambientais. Na ediação de Fevereiro de 2009, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A <a href="http://www.selecoes.com.br/"><span style="color: #808000;">Revista Seleções</span></a> traz a cada edição uma seção chamada &#8220;Meu Planeta&#8221;, escrita por Mariusa Colombo, bióloga, especialista em Saneamento Ambiental e mestre em Desenvolvimento Sustentável e Gestão de Sistemas Agroambientais da Universidade de Bolonha, Itália. É uma seção muito interessante, sempre com temas atuais que alertam para os problemas ambientais.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Na ediação de Fevereiro de 2009, o tema foi &#8220;<a href="http://www.selecoes.com.br/revista_leia_aqui_artigo.asp?id=4121"><span style="color: #808000;">Praia Limpa no Verão</span></a>&#8221; que será aqui transcrito:</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #99cc00;">Meu Planeta <br />
Praia Limpa no Verão</span></span><br />
<span style="font-size: x-small;"><span style="color: #99cc00;">Por Mariusa Colombo</span></span></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #99cc00;"><img class="size-medium wp-image-648  aligncenter" title="praialimpa" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/selopraialimpasite-300x193.png" alt="praialimpa" width="300" height="193" /></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #99cc00;"><span style="color: #000000;"><a href="http://www.joaopessoa.pb.gov.br">www.joaopessoa.pb.gov.br</a></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #99cc00;"><span style="color: #000000;">&#8220;Quando chega o verão, nos sentimos irremediavelmente atraídos pelo mar. Milhares de pessoas se dirigem todos os dias para algum ponto de nossos quase oito mil quilômetros de praias, verdadeiros paraísos terrestres.<br />
 <br />
Quase sempre, porém, o pé humano deixa suas pegadas. Fiz um pequeno exercício mental tentando me lembrar de tudo o que já encontrei nas areias da praia. Faça você também: olhe para o seu entorno e repare no que vê. Garrafas de suco, de água, e latas de refrigerante? Embalagens de sorvete, de biscoitos, de salgadinhos? Cascas de frutas, cocos e canudinhos? Caixinhas de leite, embalagens de protetor solar? Torço para que você não encontre tudo isso. Pois saiba que algumas embalagens não são nossas: provêm de outras praias, de outros países, alguns deles longínquos.<br />
 <br />
Essas embalagens, quando mal destinadas, podem parar no único lugar onde não deveriam: dentro da água. Podem navegar por anos e anos antes de se decompor ou de ter outro tipo de destinação, como, por exemplo, a barriga de algum animal marinho. Não se espantem. Tartarugas marinhas os confundem com medusas e se afogam tentando comê-los. E milhares de golfinhos e outros tantos animais do mar confundem os objetos de origem humana, que se deslocam de forma errante ao sabor das correntes oceânicas, com alimentos. Esses materiais podem navegar e se manter inalterados por mais de um século até que encontrem as praias.<br />
 <br />
Sabemos que, de alguns anos para cá, e não apenas no Brasil, o interesse de órgãos e entidades gestores dos ambientes costeiros é crescente no sentido de difundir o respeito, o cuidado e a preservação do ambiente. O assunto se tornou tema de debates internacionais contribuindo para o surgimento e o desenvolvimento de um setor específico, aquele produtor de máquinas para a limpeza das areias das praias. Mas, e nós, como podemos contribuir? Acredito muito em nossa atuação como vigilantes das praias.<br />
 <br />
Nesse sentido, existem ações com o intuito de divulgar a grande quantidade de lixos e entulhos que se acumulam nas areias, tanto os deixados pelos banhistas como os trazidos pelas águas. Descobri que mesmo em praias desabitadas podemos encontrar verdadeiros cemitérios de embalagens, os ditos lixos globais, cujo ponto de partida pode estar separado do ponto de chegada por milhares de quilômetros. Tais materiais terminam soterrados pelo movimento das areias e pelos ventos, formando o que chamamos de passivo ambiental.<br />
 <br />
Assim, no caso de não encontrarmos lixeiras apropriadas para cada tipo de resíduo, devemos nos responsabilizar por nossas embalagens. Podemos e devemos levar nosso próprio saco de lixo e nele armazenar todo o material de descarte, colaborando para manter a praia limpa, bem apresentável e, principalmente, para que nosso lixo não vá parar em outras praias.<br />
 <br />
Agora, se você olhou para os lados e não identificou qualquer resíduo, lixo, embalagem ou até mesmo resto de comida, considere-se um sortudo. Você faz parte de um grupo seleto que tem a oportunidade de desfrutar de ambientes nos quais as pessoas já adotaram uma postura de preservação, de respeito para com o próximo e, o mais importante, para com o meio ambiente.&#8221;</span><br />
</span></span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.labec.com.br/biodigital/praia-limpa-no-verao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Encontrado Pokemon no fundo do mar!</title>
		<link>http://www.labec.com.br/biodigital/encontrado-pokemon-no-fundo-do-mar/</link>
		<comments>http://www.labec.com.br/biodigital/encontrado-pokemon-no-fundo-do-mar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 22:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.labec.com.br/biodigital/?p=634</guid>
		<description><![CDATA[Uma notícia muito interessante do site da BBC do Brasil, com a matéria: Fotos mostram criaturas bizarras do fundo do mar. A jornalista e cineasta Claire Nouvian lançou recentemente o livro The Deep, um livro de mais de 200 fotografias impressionantes do fundo do mar e textos de diversos especialistas. As fotos foram batidas no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma notícia muito interessante do site da <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/" target="_blank">BBC do Brasil</a>, com a matéria: <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/05/070525_oceanobizarro_is.shtml" target="_blank">Fotos mostram criaturas bizarras do fundo do mar</a>.</p>
<p>A jornalista e cineasta Claire Nouvian lançou recentemente o livro The Deep, um livro de mais de 200 fotografias impressionantes do fundo do mar e textos de diversos especialistas. As fotos foram batidas no oceano em profundidades de até 7 Km (lembrando que o ponto mais profundo do oceano tem pouco mais de 11 Km e fica na Fossa das Marianas) e impressionam não só quem gosta de biologia marinha.</p>
<p>Algumas das imagens do livro:</p>
<p align="center"><img src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/01.jpg" alt="the-deep-4.jpg" /></p>
<p align="center"><img src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/02.jpg" alt="the-deep-2.jpg" /> <img src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/03.jpg" alt="" /> <img src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/04.jpg" alt="the-deep-5.jpg" /></p>
<p align="center"><img src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/05.jpg" alt="the-deep-1.jpg" /></p>
<p align="center"><em> Afinal, isso parece ou não um Pokemon?</em></p>
<p>Os oceanos ocupam uma área de aproximadamente 70% da superfície da Terra, parece bastante mas como a diversidade de vida na água não se restringe àquela que fica na superfície o número aumenta um pouquinho, ficamos então com 99% do volume do planeta onde a vida pode se desenvolver estando restrito aos oceanos (guardadas as devidas simplificações). E somente 5% do leito do oceano foi mapeado com algum detalhe, enquanto isso a superfície da Lua é conhecida com um grande detalhamento… alguém afim de fazer um post sobre onde é aplicado o orçamento militar/bélico norte-americano?</p>
<p>E além disso eu pergunto… o que aconteceu com os seres abissais com cara de monstro e cheios de dentes que a gente via nos livros de biologia no colégio? Estão ficando mais fofinhos?? Deve ser tudo culpa do aquecimento global!</p>
<p align="center"><img src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/06.jpg" alt="seres-abissais-1.jpg" /> <img src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/07.jpg" alt="seres-abissais-2.jpg" /></p>
<p align="center"><em> Isso sim são seres abissais!</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.labec.com.br/biodigital/encontrado-pokemon-no-fundo-do-mar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cientistas criam adesivos com “partes” de lagartixas e mexilhões</title>
		<link>http://www.labec.com.br/biodigital/cientistas-criam-adesivos-com-partes-de-lagartixas-e-mexilhoes/</link>
		<comments>http://www.labec.com.br/biodigital/cientistas-criam-adesivos-com-partes-de-lagartixas-e-mexilhoes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 16:42:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.labec.com.br/biodigital/?p=229</guid>
		<description><![CDATA[Tecnologia combina réplicas sintéticas de estruturas e moléculas das duas espécies Escalar tetos e paredes, aparentemente, não era suficiente. Além disso, os cientistas queriam algo que grudasse e desgrudasse, inclusive debaixo d’água. A solução foi cruzar a pata da lagartixa com a cola do mexilhão. Assim nasceu o “lagartilhão”, um animal hipotético cujas características os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Tecnologia combina réplicas sintéticas de estruturas e moléculas das duas espécies</strong></p>
<p><a href="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2008/12/lagartixa_mexilhao.jpg"><img class="size-medium wp-image-631 alignleft" style="padding:4px; margin-right:10px; float:left;" title="lagartixa_mexilhao" src="http://www.labec.com.br/biodigital/wordpress/wp-content/uploads/2008/12/lagartixa_mexilhao-227x300.jpg" alt="lagartixa_mexilhao" width="227" height="300" /></a> Escalar tetos e paredes, aparentemente, não era suficiente. Além disso, os cientistas queriam algo que grudasse e desgrudasse, inclusive debaixo d’água. A solução foi cruzar a pata da lagartixa com a cola do mexilhão.</p>
<p>Assim nasceu o “lagartilhão”, um animal hipotético cujas características os pesquisadores acabam de reproduzir sinteticamente: um adesivo nanoscópico capaz de aderir a qualquer substrato, inclusive debaixo d’água.</p>
<p>A invenção, produzida por pesquisadores nos Estados Unidos, está descrita na edição de hoje da revista Nature. Nela, os cientistas conseguiram superar duas limitações das réplicas de patas de lagartixas (ou “gecos”) produzidas até agora: a perda de aderência e a incapacidade de aderir a superfícies submersas.</p>
<p>As lagartixas de verdade, é claro, não têm esse problema. São capazes de aderir a praticamente qualquer superfície (vertical ou horizontal) quantas vezes quiserem, sem prazo de validade. Isso graças a micropêlos presentes em suas patas, que formam interações físico-químicas com o substrato no qual caminham.</p>
<p>Faz tempo que cientistas tentam reproduzir essas estruturas em laboratório, combinando aplicações de nanotecnologia e física de materiais. Alguns até conseguiram, mas com certas limitações. Os adesivos com nanopêlos sintéticos produzidos até agora perdem a aderência após algumas repetições de uso – como uma fita adesiva que perde sua cola quando é usada mais de uma vez.</p>
<p>Já o novo adesivo demonstra desgaste muito menor, podendo ser colado e descolado mais de mil vezes – inclusive debaixo d’água. O ingrediente secreto é uma camada de polímeros aderentes copiados da cola do mexilhão e aplicados sobre os pêlos sintéticos.</p>
<p>“Até onde sabemos, nenhum outro adesivo mimético de lagartixa demonstrou eficácia por mais de alguns ciclos de contato, e nenhum demonstrou funcionar debaixo d’água”, escrevem os cientistas, no trabalho liderado por Phillip Messersmith, da Universidade Northwestern.</p>
<p>A tecnologia ainda está longe das dimensões necessárias para uso comercial, mas poderá um dia ser usada em aplicações médicas, industriais e militares, segundo os cientistas.</p>
<p style="text-align: right;">Herton Escobar</p>
<p>Quinta-feira , 19 de Julho de 2007</p>
<p>O Estado de São Paulo</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.labec.com.br/biodigital/cientistas-criam-adesivos-com-partes-de-lagartixas-e-mexilhoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

