{"id":644,"date":"2009-04-24T18:49:39","date_gmt":"2009-04-24T21:49:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.labec.com.br\/biodigital\/?p=644"},"modified":"2009-04-25T16:40:03","modified_gmt":"2009-04-25T19:40:03","slug":"praia-limpa-no-verao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.labec.com.br\/biodigital\/praia-limpa-no-verao\/","title":{"rendered":"Praia Limpa no Ver\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\">A <a href=\"http:\/\/www.selecoes.com.br\/\"><span style=\"color: #808000;\">Revista Sele\u00e7\u00f5es<\/span><\/a> traz\u00a0a cada edi\u00e7\u00e3o uma se\u00e7\u00e3o chamada &#8220;Meu Planeta&#8221;, escrita por Mariusa Colombo,\u00a0bi\u00f3loga, especialista em Saneamento Ambiental e mestre em Desenvolvimento Sustent\u00e1vel e Gest\u00e3o de Sistemas Agroambientais da Universidade de Bolonha, It\u00e1lia. \u00c9 uma se\u00e7\u00e3o muito interessante, sempre com temas atuais que alertam para os problemas ambientais.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\">Na edia\u00e7\u00e3o de Fevereiro de 2009, o tema foi &#8220;<a href=\"http:\/\/www.selecoes.com.br\/revista_leia_aqui_artigo.asp?id=4121\"><span style=\"color: #808000;\">Praia Limpa no Ver\u00e3o<\/span><\/a>&#8221; que ser\u00e1 aqui transcrito:<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,sans-serif;\"><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"color: #99cc00;\">Meu Planeta <br \/>\nPraia Limpa no Ver\u00e3o<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: x-small;\"><span style=\"color: #99cc00;\">Por Mariusa Colombo<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\"><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: x-small;\"><span style=\"color: #99cc00;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-648  aligncenter\" title=\"praialimpa\" src=\"http:\/\/www.labec.com.br\/biodigital\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2009\/04\/selopraialimpasite-300x193.png\" alt=\"praialimpa\" width=\"300\" height=\"193\" srcset=\"http:\/\/www.labec.com.br\/biodigital\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2009\/04\/selopraialimpasite-300x193.png 300w, http:\/\/www.labec.com.br\/biodigital\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2009\/04\/selopraialimpasite.png 310w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"color: #99cc00;\"><span style=\"color: #000000;\"><a href=\"http:\/\/www.joaopessoa.pb.gov.br\">www.joaopessoa.pb.gov.br<\/a><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\"><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"color: #99cc00;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8220;Quando chega o ver\u00e3o, nos sentimos irremediavelmente atra\u00eddos pelo mar. Milhares de pessoas se dirigem todos os dias para algum ponto de nossos quase oito mil quil\u00f4metros de praias, verdadeiros para\u00edsos terrestres.<br \/>\n\u00a0<br \/>\nQuase sempre, por\u00e9m, o p\u00e9 humano deixa suas pegadas. Fiz um pequeno exerc\u00edcio mental tentando me lembrar de tudo o que j\u00e1 encontrei nas areias da praia. Fa\u00e7a voc\u00ea tamb\u00e9m: olhe para o seu entorno e repare no que v\u00ea. Garrafas de suco, de \u00e1gua, e latas de refrigerante? Embalagens de sorvete, de biscoitos, de salgadinhos? Cascas de frutas, cocos e canudinhos? Caixinhas de leite, embalagens de protetor solar? Tor\u00e7o para que voc\u00ea n\u00e3o encontre tudo isso. Pois saiba que algumas embalagens n\u00e3o s\u00e3o nossas: prov\u00eam de outras praias, de outros pa\u00edses, alguns deles long\u00ednquos.<br \/>\n\u00a0<br \/>\nEssas embalagens, quando mal destinadas, podem parar no \u00fanico lugar onde n\u00e3o deveriam: dentro da \u00e1gua. Podem navegar por anos e anos antes de se decompor ou de ter outro tipo de destina\u00e7\u00e3o, como, por exemplo, a barriga de algum animal marinho. N\u00e3o se espantem. Tartarugas marinhas os confundem com medusas e se afogam tentando com\u00ea-los. E milhares de golfinhos e outros tantos animais do mar confundem os objetos de origem humana, que se deslocam de forma errante ao sabor das correntes oce\u00e2nicas, com alimentos. Esses materiais podem navegar e se manter inalterados por mais de um s\u00e9culo at\u00e9 que encontrem as praias.<br \/>\n\u00a0<br \/>\nSabemos que, de alguns anos para c\u00e1, e n\u00e3o apenas no Brasil, o interesse de \u00f3rg\u00e3os e entidades gestores dos ambientes costeiros \u00e9 crescente no sentido de difundir o respeito, o cuidado e a preserva\u00e7\u00e3o do ambiente. O assunto se tornou tema de debates internacionais contribuindo para o surgimento e o desenvolvimento de um setor espec\u00edfico, aquele produtor de m\u00e1quinas para a limpeza das areias das praias. Mas, e n\u00f3s, como podemos contribuir? Acredito muito em nossa atua\u00e7\u00e3o como vigilantes das praias.<br \/>\n\u00a0<br \/>\nNesse sentido, existem a\u00e7\u00f5es com o intuito de divulgar a grande quantidade de lixos e entulhos que se acumulam nas areias, tanto os deixados pelos banhistas como os trazidos pelas \u00e1guas. Descobri que mesmo em praias desabitadas podemos encontrar verdadeiros cemit\u00e9rios de embalagens, os ditos lixos globais, cujo ponto de partida pode estar separado do ponto de chegada por milhares de quil\u00f4metros. Tais materiais terminam soterrados pelo movimento das areias e pelos ventos, formando o que chamamos de passivo ambiental.<br \/>\n\u00a0<br \/>\nAssim, no caso de n\u00e3o encontrarmos lixeiras apropriadas para cada tipo de res\u00edduo, devemos nos responsabilizar por nossas embalagens. Podemos e devemos levar nosso pr\u00f3prio saco de lixo e nele armazenar todo o material de descarte, colaborando para manter a praia limpa, bem apresent\u00e1vel e, principalmente, para que nosso lixo n\u00e3o v\u00e1 parar em outras praias.<br \/>\n\u00a0<br \/>\nAgora, se voc\u00ea olhou para os lados e n\u00e3o identificou qualquer res\u00edduo, lixo, embalagem ou at\u00e9 mesmo resto de comida, considere-se um sortudo. Voc\u00ea faz parte de um grupo seleto que tem a oportunidade de desfrutar de ambientes nos quais as pessoas j\u00e1 adotaram uma postura de preserva\u00e7\u00e3o, de respeito para com o pr\u00f3ximo e, o mais importante, para com o meio ambiente.&#8221;<\/span><br \/>\n<\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Revista Sele\u00e7\u00f5es traz\u00a0a cada edi\u00e7\u00e3o uma se\u00e7\u00e3o chamada &#8220;Meu Planeta&#8221;, escrita por Mariusa Colombo,\u00a0bi\u00f3loga, especialista em Saneamento Ambiental e mestre em Desenvolvimento Sustent\u00e1vel e Gest\u00e3o de Sistemas Agroambientais da Universidade de Bolonha, It\u00e1lia. \u00c9 uma se\u00e7\u00e3o muito interessante, sempre com temas atuais que alertam para os problemas ambientais. 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